segunda-feira, 7 de abril de 2014

Isto (também) é Sporting

É líquido e quase incontestável dizer-se que o futebol é o motor do Sporting, realidade que não fugirá à maioria dos clubes nacionais.
Tudo gravita em torno dele, por muito que custe a todos os que são apaixonados pelas modalidades, e mesmo estes respiram futebol, a maior parte das vezes.
Não andarei longe da verdade ao afirmar que a cultura desportiva em Portugal nunca teve grande saúde, mesmo que algumas modalidades tenham tido períodos de alguma projecção, com o consequente mediatismo e interesse dos mais distraídos.

Foi assim com uma geração de ouro no andebol nacional, foi assim com o nosso meio-fundo de atletismo, e posteriormente com as disciplinas técnicas. Foi assim com as nossas selecções de basquetebol e voleibol, o tradicional hóquei, ou até a mais recente ascenção dos jogadores de ténis-de-mesa ou dos judocas lusos.
O problema é que essas gerações são efémeras e, com o seu ocaso, desaparece também o interesse súbito de alguns milhares de portugueses.
Apesar da tentação para julgar quem não aprecia o ecletismo, a verdade é que todos temos direito a gostar daquilo que nos apetece.
Este défice de interesse é evidente no dia-a-dia, e também poderá ser potenciado porque a nossa comunicação social acompanha o fenómeno.
É vulgar uma qualquer publicação desportiva fazer capa com o furúnculo na virilha de um jogador de futebol, menosprezando uma épica medalha ou resultado de relevo de uma modalidade.
Por muitas críticas que este modelo possa merecer, compreende-se que eles tentem vender o seu peixe, pois o consumidor quer mesmo saber do furúnculo.
Se possível, quer ler sobre o furúnculo na edição escrita, quer ouvir sobre o furúnculo na Bola Branca e ver o furúnculo na Tv.
O desinteresse pelas modalidades também se vive nos pavilhões e campos onde não se dê pontapés numa bola.
O desinteresse pelas modalidades também se vive aqui neste blogue, e noutros onde pontualmente não se fala de futebol.

Se uma qualquer publicação com o futebol como pano de fundo pode recolher neste blogue 400, 500...ou 2000 visualizações, uma de andebol, basquetebol ou hóquei não atrairá mais que duas mãos cheias.
Mas a lei da oferta e da procura não pode tomar conta deste espaço, mesmo que a maioria dos nossos visitantes só procurem o desporto-rei.
Nasci e cresci com Espanha como pano de fundo, e de lá bebi todo o interesse pelo grande espectro desportivo disponível.

Porque a consciência a isso me obriga, tive que fazer este preâmbulo antes de aflorar o tema.

O Núcleo da Carapinheira tem estreitado laços com algumas secções do Sporting. 
Por diversos motivos, a secção de futsal tem sido a que tem estado mais próxima mas, recentemente, tivemos oportunidade de receber o Hóquei em patins.
Após a importante vitória na deslocação à Mealhada, que também contou com o apoio do Núcleo no pavilhão, a secção proporcionou-nos uma excelente jornada de confraternização.
Foi uma excelente oportunidade para estarmos mais próximos dos jogadores de uma modalidade que elevou ao expoente máximo o nome do Sporting e que, apesar de todas as limitações e constrangimentos,  trabalham afincadamente para alicerçar este projecto.
Esta jornada começou a ser delineada logo que tivemos conhecimento do sorteio do Campeonato, mas nunca é demais agradecer ao Engº Gilberto Borges a disponibilidade e oportunidade concedida.








No último fim-de-semana,  a equipa de Ténis de mesa leonino teve uma tripla jornada a Norte e, aproveitando alguma proximidade geográfica, deslocámo-nos a Oliveirinha (arredores de Aveiro) para apoiar os nossos atletas e assistir à vitória por 1-4.
Seguiu-se uma viagem até à Póvoa da Lomba (Cantanhede) onde, graças à  estreita colaboração com o Sporting Clube Povoense, tivemos um excelente repasto com a equipa.
Depois de algumas trocas de lembranças,  Chen Shi Chao, técnico e ex-jogador leonino, disponibilizou gentilmente a equipa leonina para uns momentos de promoção da modalidade, com os também jovens jogadores do Sporting Povoense.
Nem ele se livrou de umas intensas trocas de bola, para satisfação de todos os presentes.











A todos, o nosso muito obrigado.
Isto é Sporting.

sábado, 5 de abril de 2014

Sporting X 3 = :)


Mais um fim-de-semana de emoções fortes, com jogos de enorme relevância e de elevado grau de dificuldade.

No andebol, a equipa leonina desloca-se à Maia para defrontar o Águas Santas, semi-finalista da Taça Challenge, que tão boas recordações nos traz.
O arranque em falso da fase final praticamente hipotecou as nossas hipóteses de conquistar um título nacional que nos foge há demasiado tempo.
No entanto, a vitória do ABC no Ladrão Caixa abriu uma janela de esperança.
Para cimentar essa esperança, é imperioso vencer hoje. Qualquer resultado que não seja uma vitória, será enterrar e calcar esse sonho.
Não será cansativo recordar que a equipa maiata já venceu o benfica nesta fase, pelo que acreditará que será possível repetir a dose com o Sporting.

O jogo terá início às 16 horas, e terá tranmissão nesta ligação:

Às 15 horas  há futebol, e a nossa equipa de juniores tentará também manter viva a pequena probabilidade de se sagrar campeão nacional.
Foram vários os jogos onde a nossa jovem equipa foi hipotecando essa possibilidade, mas a recepção ao Braga será uma das derradeiras oportunidades de colocar pressão nos líderes.
Tendo em conta que na próxima jornada se defrontam os dois primeiros classificados (benfica-braga), o Sporting terá que vencer este encontro para ainda ter uma palavra a dizer.

O jogo não terá transmissão, mas tentaremos disponibilizar uma ligação que permita acompanhar o evoluir do resultado.


O futsal entra em campo também às 15 horas e, também aqui, o Sporting não depende de si para tentar alcançar o primeiro lugar.
A última e indesejada derrota empurrou a equipa para o 2º lugar, e terá que esperar por uma escorregadela do eterno rival para tentar regressar ao topo da classificação e, nesse lugar, beneficiar dessa vantagem nos play-off.
Perante o calendário, parece altamente improvável que isso possa acontecer.
De qualquer modo, os jogos são para se jogar, e para tentar vencer, e a recepção ao SL Olivais poderá ser acompanhada da RTP 2 ou na seguinte ligação:


Já os objectivos do hóquei em patins leonino são mais modestos, mas também eles com alto grau de dificuldade.
Se é certo que a equipa conseguiu abandonar a incómoda posição da zona de despromoção, o ciclo que atravessa não permite respirar de alívio nas próximas jornadas.
Qualquer resultado positivo na visita de hoje ao recinto do campeão europeu seria um balão de oxigénio, mas ao máximo que a equipa estará obrigada é à defesa da honra e da história da camisola que envergam, tal como fizeram na recepção ao benfica, onde aconteceu um "escandaloso" empate a 5 golos.
A consolidação deste projecto na I divisão terá que ficar para jogos em que os orçamentos e a qualidade individual não tenham o desnível que hoje irá estar patente.

De qualquer modo, acredito que muitos quererão acompanhar o dérbi, e para tal podem fazê-lo aqui, a partir das 19 horas:





sexta-feira, 4 de abril de 2014

Maré tóxica

À primeira vista, a aceitação pela Liga do pedido de alteração do jogo Arouca-benfica  parece um acto de benevolência  para com o pequeno clube.
Parece pouco importar se as regras…ou a coerência, são chutadas para canto, tendo como termo de comparação a intransigência da Liga para com o pedido do Olhanense.


Parece recorrente haver estranhas jogadas de bastidores, se fizermos o paralelismo com o Estoril-benfica de 2005, em que o Sporting também estava em 2º lugar no campeonato...também a 5 jornadas do final.
Nesse ano, um Estoril com a corda na garganta alegou interesses económicos para jogar no Algarve, colocando em causa a sua permanência.
Viria a descer de divisão mas, pelos vistos, com os cofres bem recheados.

António Figueiredo era o presidente da SAD e José Veiga tinha deixado os canarinhos para rumar ao benfica.

Dias da Cunha apelidou o processo de "Promiscuidade de interesses".

O Arouca terá (alegadamente) um conflito com a Câmara, e muito interesse em fazer uma boa receita com este jogo.
Já me referi a este tema e, nas partilhas que os amigos fizeram da minha opinião no Facebook, reparei que alguns adeptos do novo sistema foram lestos a comentar, alegando precisamente a vertente económica do Arouca…para lá da azia, da dor de corno, do limpinho limpinho e outras justificações à sua medida, quando se referem ao Sporting.
Vou por isso aproveitar os números disponibilizados pela Liga e compiladas por um “tasqueiro” , e que podem ajudar a perceber esta mudança de campo.

Os números podem ser sujeitos a algumas interpretações, como por exemplo o momento desportivo das equipas, o clima ou, até…os preços dos bilhetes.
Se fecharmos os olhos a essas condicionantes que podem, até, desnivelar ainda mais a balança, o certo é que o Sporting foi quem mais espectadores  levou aos estádios do país, sempre que se apresentou como visitante.
Sendo o benfica líder há várias jornadas, é curioso verificar como o Sporting ainda contribui mais para as finanças dos pequenos e médios clubes.
À onda verde da primeira metade da época, poderia responder a maré vermelha que, como se sabe, só dá à costa na preia-mar. Esta, costuma ser provocada por micro-algas e pode ser tóxica.

Perante estes dados, espanta-me como nenhum clube se disponibilizou para jogar com o Sporting em campo neutro, por forma a melhorar as suas receitas.
Até me atrevo a dizer que, se algum clube o pretendesse, veria a sua proposta negada…como a intenção do Olhanense jogar no seu próprio estádio.
Claro está que mudarei de opinião se o Paços de Ferreira propuser a alteração do nosso jogo deste fim-de-semana para Guimarães, de modo a reforçar as suas finanças, e a Liga aceder ao pedido.




quinta-feira, 3 de abril de 2014

A sarna

Na infância há uma grande ocorrência de doenças designadas como benignas, e que têm um período de incubação relativamente curto.
Em pequeno tive varicela, escarlatina, mas a que me atacou em força chama-se sportinguite, e não tem cura.
A taxa de incidência é elevada, com perto de 30 afectados por cada 100 pessoas.
Outros são atingidos por enfermidades derivadas da sarna, mas apesar de ter estado exposto ao vírus, a verdade é que nunca me afectou, felizmente.

O vírus do futebol é altamente contagioso e propaga-se normalmente pelas vias aéreas. Seja através da nossa família, amigos ou conhecidos, a realidade é que se entranha no nosso corpo quando nós somos ainda pequenos e temos menos defesas.
Não há vacinas contra este mal que, com o passar dos anos, nos vai consumindo a saúde e a paciência.
Os que são portadores da subespécie da sarna convivem melhor com ela, porque os efeitos secundários são quase inexistentes.

Os sintomas da sportinguite são leves e inócuos mas, aos fins-de-semana, o seu portador costuma ter mais moléstias.
A mais frequente é a irritabilidade, seguida de um estado de ansiedade e, muitas vezes, de um profundo desânimo…desalento…prostração.

Ainda assim, vivemos a vida inteira em harmonia com o nosso vírus e consideramos que é uma bênção tê-lo, mesmo que saibamos que os portadores da subespécie da sarna não sofrem de ansiedade.
Consideramos uma dádiva termos sido infectados por um vírus que, apesar de lhe servirmos de hospedeiro, não tem características de parasita, como outros.
Apesar do vírus não ter cura nem existir vacina, foram inventados medicamentos que aliviam os sintomas de forma eficaz.
A toma continuada pode provocar prepotência e despotismo, mas a melhoria do estado geral de saúde é notório.

O vírus propagou-se por todos os continentes, e só a Antárctida parece ter escapado à sua capacidade de reprodução, pelo que não tolerará muito o frio. Ou isso, ou o facto de lá não haver hospedeiros.
A verdade é que na Europa se tornou um caso de saúde pública, agravado pelo crescente surto das subespécies da sarna.
Por exemplo, fiquei hoje a saber que na Rússia também apostam no bem-estar dos seus sofridos pacientes.
O laboratório da marca Zenit investiu bastante na prevenção e os efeitos foram imediatos.
Experimentaram dar colheres de xarope a algumas cobaias e, a verdade, é que os resultados foram animadores.
Vitória na Liga Europa, após pouco tempo de investigação e rectificação de dosagem.


É fantástico.
Afinal, não é só em Portugal que sabem tratar e minorar este tipo de afecções.

Há dias vi um Delegado de Informação Médica na televisão, a confirmar que as nossas preocupantes suspeitas não são meras alucinações, provocadas pelo vírus que nos consome.

 

António Oliveira, de seu nome, por acaso até viveu num laboratório que está na vanguarda, há décadas. Nem os melhores laboratórios da Sicília conseguem tais resultados. 
A busca de novas fórmulas para minorar os efeitos secundários mais nefastos é contínua, e o seu sucesso é tal que um laboratório em Lisboa já lançou um genérico.
Também irá permitir aos seus pacientes, em breve, passar do estado de prostração para o de euforia.
A sportinguite não tem cura, e vivemos bem com ela.
Preocupante é sabermos e sentirmos que nunca iremos dispôr das mesmas armas para que coabitemos em perfeita harmonia.



O ex-inspector da P.J., Gonçalo Amaral, escreveu um livro que se chama "A verdade da mentira".
Esse título enfia-se que nem uma luva na mão do futebol.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Rapidinhas


Ontem espiolhei as notícias durante o dia, mas desconfiei de todas elas. O dia das mentiras costuma atacar o desporto sem piedade, e nada me fez acreditar que L.F.Orelhas tivesse apanhado de facto 2 meses de suspensão, que o Sporting tivesse perdido 3-1 com o Farense, que o Arouca se prepara para receber o benfica em Aveiro ou que o Boavista irá ser reintegrado na I Liga, que será alvo de alargamento.
Estas notícias voltam hoje a estar na ordem do dia, pelo que começo a desconfiar que são mesmo verdade, mas ainda estou com esperança que, com a inflação, o dia 2 de Abril também permita umas balelas.

O presidente do benfica ter apanhado uma suspensão poderá mudar drasticamente o panorama do futebol português.
Como?
Talvez seja um sinal de que podem querer “irradiar” Bruno de Carvalho.
O castigo de 2 meses por criticar um árbitro pode ter sido um presente envenenado, e fica o caminho aberto para condenar as duras críticas que têm sido proferidas pelo Sporting, após o assalto de que fomos vítimas, perpetrado por um gang armado.
BdC queixou-se das Capeladas, das Motoretas, das Santidades e de todas as burlas que sofremos.
A multiplicar por dois…é só fazer as contas. O cúmulo jurídico pode aliviar o que pode estar no forno, mas há que contar com esta possibilidade.

O Sporting perdeu 3-1 com o Farense.
Pelos vistos também não foi mentira, porque vi o resumo do jogo.
Um misto de solteiros e casados deslocou-se ao Algarve em dia de temporal. Wilson Eduardo falhou um penálti e, logo aí, percebeu-se que a nossa prenda ao Farense estava embrulhada.
Os algarvios não falharam o seu penálti, num lance que demonstra que o árbitro algarvio Nuno Almeida também se queria associar à efeméride.
No entanto, terá sido um bom jogo-treino para próximos encontros em terrenos pantanosos.

Outra notícia que também não apanha ninguém desprevenido é  o facto do Arouca ir receber o benfica em Aveiro.
Já aconteceu com o Estoril, no célebre jogo no Algarve, e todos sabemos que esta é uma estratégia recorrente em ano de benfica campeão.
As equipas que vestem de amarelo e azul parecem ter uma tara qualquer com estes jogos de fim de época.
Se é por uma questão de bilheteira, porque não o fazer durante o ano todo?
De uma vez por todas, abdiquem dos seus campos quando tiverem que receber os grandes, e desloquem-se para qualquer recinto com capacidade suficiente para fazer o gosto às suas depauperadas finanças.
Pessoalmente, até considero que o jogo faria mais sentido no Luxembrugo. Aí, o benfica sentir-se-ia também em casa e, dado o poder económico desse país ser o mais elevado da Europa, podiam puxar um pouco mais no preço dos bilhetes.
Além disso, o benfica joga muito melhor nos confrontos europeus, e o espectáculo poderia sair beneficiado.

Também o alargamento da Liga para lá enfiar o Boavista parece confirmar-se.
O clube das “camisolas esquisitas” (como era apelidado pelos italianos) vai regressar ao convívio dos grandes.
Pela parte positiva, o facto de passarmos a ver o Manuel do Laço todas as semanas.
Pela negativa, tudo o que sobra.
Sinceramente, não tenho saudades nenhumas dos jogos contra um bando de caceteiros, orientados por um bando de ex-caceteiros, com um bando de energúmenos nas bancadas e liderados por um bando de…pessoas que são vítimas de cabala.
Quem poderá ganhar com a reintegração será a Vodafone ou a TMN, porque sabemos que aquela gente passa também muito tempo ao telefone.
Um campeonato com mais duas equipas significará que o Sporting poderá ser roubado em mais 4 jogos, e ficaremos com cabelos brancos em mais 4 fins-de-semana do ano.


À margem do dia 1 de Abril, fiquei sensibilizado por Quaresma ter sido condenado com uma repreensão e uma multa de 77 euros, na sequência de ter tentado esganar um adversário.
A repreensão terá sido nestes moldes:

“Ricardo Andrade Quaresma Bernardo. És parvo ou fazes-te? Já devias saber que estas merdas resolvem-se nos túneis. Já és crescidinho para o saber. Como castigo, vais ter que desembolsar 77 euros, para pagar a funcionária que redigiu este texto e para ajudar a pagar o tinteiro. Lisboa, 1 de Abril de 2014”

Também gostei de saber que Márcio Rozario, defesa do Marítimo, vai ser despedido por "quebra de confiança". O desconforto do patrão ficou a dever-se aos penáltis que o defesa cometeu perante o Sporting e o Gil Vicente.
O presidente do Marítimo, Carlos Pereira, tomou uma medida similar à que levou ao despedimento de Manuel José do benfica.
Despedimento por justa causa.
Curioso é o facto presidente maritimista não o ter despedido logo no final da época passada, quando cometeu um penálti ridículo na recepção ao…benfica, apitado por (rufar tambores) Manuel Mota, no jogo em que os encarnados festejaram o título do melão.


Na véspera desse jogo, disse Carlos Pereira:

“Nada farei para que o Benfica não seja campeão, mas também nada farei para que o Marítimo não vá à Liga Europa”.

Nem seria necessário oferecer-se para jogar no Estádio das Berlengas.
Já agora. Não será possível despedir alguns dos árbitros da nossa praça, por justa causa?
É que não só traíram a nossa confiança, como a pouca que temos na classe.
O problema é que reforçaram a confiança dos seus patrões.