Depois
de ter afirmado que o Sporting jogava a sua primeira final, no jogo com
o Marítimo, desconheço como adjectivar o jogo de hoje, contra o Gil
Vicente.
Carpiram-se as mágoas desse jogo, bem como do embate europeu.
Muita tinta foi gasta na imprensa desportiva e não só, muitas horas foram dedicadas em programas da mais diversa índole, muita saliva se gastou em tertúlias leoninas e, como não podia deixar de ser, muito se disse e escreveu na blogosfera.
Infelizmente, todos
estes sintomas indiciam que algo vai mal (ou menos bem) no reino do
leão, ou não se perderia tanto tempo a discutir o sexo dos anjos.Carpiram-se as mágoas desse jogo, bem como do embate europeu.
Muita tinta foi gasta na imprensa desportiva e não só, muitas horas foram dedicadas em programas da mais diversa índole, muita saliva se gastou em tertúlias leoninas e, como não podia deixar de ser, muito se disse e escreveu na blogosfera.
A
maioria de nós, meros curiosos, bem como os especialistas na matéria
(reconhecidos ou desconhecidos), identificámos um manancial de problemas
a nível do futebol que se pratica, que estão muito para lá da simples
bola que teima em não entrar (vulgo azar), mas os ataques também foram
muito além do futebol dentro das quatro linhas, o que obrigou Sá Pinto a
vir a terreiro defender-se, bem como à equipa que comanda.
Se
pode haver algumas dúvidas, relativamente a quem se devem atribuir as
"culpas" pelo momento que a equipa atravessa, tenho pelo menos uma
certeza.
A "culpa" não é minha!
Por
essa simples razão, não vou aceitar que alguns possam vir a atribuir a
quem emite a sua simples opinião, como contribuinte para o mau momento
da equipa.
Por
falar em opinião, no meio do vendaval que os últimos resultados têm
gerado, alguns dos que se podem valer da escrita têm sugerido que se
faça sentir em Alvalade o mau-estar que todos sentimos.
Pois
bem, aqui está um ponto onde discordo em absoluto. Se na cabeça de Sá
Pinto e nos pés (e eventualmente também na cabeça) dos jogadores poderá
estar a resolução do problema, já tenho quase a garantia que essa mesma
resolução não passará pelos assobios, pelos lenços brancos, vaias ou
insultos dos adeptos.
Nunca
fui apologista da desestabilização da própria equipa, pois já há uns
milhões de adversários e umas centenas de agentes ligados ao fenómeno
desportivo encarregues de tal tarefa.
Ao adepto está encarregue a nobre tarefa de apoiar mesmo que, em último caso,
se o jogo não decorrer dentro das expectativas criadas e da exigência
que o clube obriga a quem defende a sua camisola, possam descarregar a
frustração no final do jogo, depois de terminada a empreitada de tentar
incentivar os jogadores a fazer mais e melhor.
Espero
que nada disso seja necessário, que Sá Pinto e os seus (nossos)
jogadores possam sentir-se em casa e finalmente encarreirar a equipa
para os lugares que lhe pertencem.
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