O jogo de hoje, tal como a maioria, estará
rodeado de curiosidades. Servem estas para adoçar os pormenores que,
alguns especialistas, teimam em tornar demasiado monótonos e
entediantes.
Assim, ficámos a saber que um grupo de 24 japoneses, vítimas de Fukushima, seguirá atentamente as incidências do encontro de logo à noite.
Os
jovens, com idades compreendidas entre os 12 e os 15 anos, são órfãos
ou perderam familiares nessa tragédia que assolou o Japão, de que
resultou o gravíssimo acidente nuclear.
Pois, dá-se o acaso que vão assistir a um jogo onde participam ucranianos, que também se viram a braços com tragédia semelhante.
Chernobyl jaz na memória de muitos, mas não deixará de constar no rol das grandes catástrofes nucleares.
Neste
cocktail explosivo de logo, resta esperar que Alvalade se transforme
num grande reactor em ebulição, activado por uma contagiante exibição da
sua equipa. Um "Cocktail Izamilov" poderia ser o detonante da reacção,
mas não me importo que seja outro qualquer explosivo, desde que faça
tremer as bancadas de Alvalade.
A nossa defesa tem que estar atenta ao corrosivo poder de leste, mas tem que fazer um ataque...à bomba!!
Espero
que fique na memória colectiva de todos nós pelos melhores motivos, e
que os de Karkiv sejam evacuados do nosso estádio sem motivos para
sorrir.
Se levarem alguma imagem na retina, que seja das bombas dos tempos mortos!!
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