quarta-feira, 15 de julho de 2015

A erva má cresce depressa

Simão e Moutinho foram exemplos acabados de como a Academia soube formar jogadores...mas não homens, como fez questão de referir um histórico dirigente leonino.
Estou convencido que o trabalho na Academia no sentido de fazer crescer o homem em paralelo com o jogador estará num estágio já muito avançado.
Bruma, por exemplo, mostra ser bom na parte teórica (tendo memorizado o capítulo I do manual de bons costumes) mas na parte prática tem denotado ainda algumas carências.
É que o jogador guineense saiu do clube assim meio de esguelha.
No entanto, quando chegou à Turquia recordou-se que precisava de crescer como homem e jogador.
Neste período de tempo deve ter crescido como jogador...e como homem...ou só como jogador.
A aventura turca foi agora interrompida, mas à chegada a San Sebastian Bruma reafirma que tem que crescer como homem e como jogador.
A julgar pelo que tem crescido como jogador ...não sei se terá crescido muito como homem, mas há que dar tempo ao tempo.
Daqui por uns tempos, quando finalmente chegar ao porto, tenho a certeza que ainda terá muito para crescer como homem e como jogador.
Poderá ser sinal que o manual de bons costumes cumpriu, em parte, o seu papel.

video

domingo, 12 de julho de 2015

Um ano de pernas



Lá para o final da próxima semana a Sporting Tv completará o seu primeiro ano de emissões.

O sonho de muitos sportinguistas foi tornado realidade e, desde então, o clube passou a estar mais perto dos que têm, na distância física, uma barreira intransponível.

Mas são muitos os que ainda não vêem com bons olhos o canal leonino.

Seja pela grelha de programação, pela falta de rigor numa ou noutra peça, pela falha de alguma transmissão agendada ou pelo desconhecimento das regras de um ou outro comentador…tudo é motivo para desabafarem que “para isto, mais valia não termos tv”.

E a verdade é que a grelha podia ser melhor, mesmo já tendo sido pior.

E é também verdade já me apercebi de gafes que não deviam acontecer.

Não menos verdade é que já me senti frustrado por não emitirem um jogo anunciado.

É evidente que já me senti envergonhado por assistir a comentários desfasados algumas décadas da realidade da modalidade em causa.

No entanto, nem por um momento considerei que mais valia não termos Sporting Tv.

Apesar da notória diferença de longevidade e de experiência, continuo (quase diariamente) a assistir a lapsos em canais generalistas e desportivos que…a acontecerem na Sporting Tv, seriam inaceitáveis.

Como com quase tudo o que acontece no Sporting, alguns adeptos leoninos e outras figurinhas estão sempre prontos a dar umas boas vergastadas no lombo do absorto leão.

Como o conhecido jornalista João Miguel Tavares, que há um ano atrás publicou este bonito pensamento premonitório e de atento observador do fenómeno desportivo.



“...há dias foi apresentada a primeira foto promocional da futura Sporting TV. 


 E o que esta notável imagem demonstra é que o futebol é mesmo o último reduto do labrego português, que se baba por gajas boas de mini-saia. Diz o labrego enquanto rói tremoços e sorve uma bejeca:

 - Eh, eh, eh, tu topaste aquelas gajas da Sporting TV? Ah, leoas!

 Enfim, esta seria a parte publicável de um hipotético comentário labrego. Porque, de facto, aquela foto é um extraordinário convite à manifestação do macho lusitano mais cavernícola.

 Estão ali 11 pessoas. Cinco são machos de fatinho, a maior parte dos quais ocupa o plano da frente e tem programas "de autor". Seis são fêmeas de mini-saia, relegadas para segundo plano, e ali colocadas a mostrar o corpinho apenas para fazer tintilar o homem futebolístico nacional.

 Os gajos estão lá pelo intelecto. É tudo gente que percebe de bola. As gajas só estão lá mesmo pelas pernas.

É que podia haver uma menina de calças. Outra de saia comprida, só para disfarçar. Ou pelo menos uma senhora de cabelos brancos, como o Fernando Correia. Mas não. Ali o que se quer não são mulheres. São gajas boas, que possam convencer mais facilmente um qualquer Cristiano Ronaldo a dar uma entrevista rápida à Sporting TV.

Em Portugal, estamos no ano de 2014. Mas a cabeça do Portugal futebolístico ainda vive em 1964. São estes os novos valores que Bruno de Carvalho veio dar ao futebol português? Alguém acerte o calendário daquele pessoal, se faz favor.


Com este notável texto, não só ficámos a saber que foi Bdc quem fez o casting do elenco feminino, como que o canal é apenas vocacionado para o futebol e que o perfil do adepto leonino (principal consumidor da Sporting Tv) é maioritariamente composto por labregos.

Labregos que comem tremoços…logo, com algumas possibilidades de ainda irem parar ao Panteão.

É claro que o começo das gajas não foi fácil…como não foi o dos machos, mas apesar de por vezes ainda haver dificuldade em dominar o complexo léxico usado na taberna pelos amantes da bola, os progressos foram evidentes.

Por isso, a gaja que acompanha o hóquei em patins ou a gaja que acompanha o andebol demonstram já um à-vontade notável…algo que seria impensável ao vermos as suas torneadas pernas.

A gaja que apresenta o Nomes que Brilham também registou enorme evolução, talvez apenas justificável pelo facto de estar em permanente contacto com machos intelectualmente válidos.

A gaja que anda pelos Núcleos e modalidades várias tem, para lá de duas pernas roliças, outros atributos físicos que farão o adepto mais cavernícola engasgar-se com o tremoço, mas a verdade é que a maior parte das vezes temos que nos distrair com o seu simpático sorriso e o descontraído conteúdo das suas aparições.

Diz JMT que o Portugal futebolístico ainda vive em 1964. 
Tinha ideia que as gajas dessa altura tinham bigode e usavam as cuecas da avó…mas isso pode ser apenas um preconceito meu.

terça-feira, 7 de julho de 2015

À espera

Como sou uma pessoa muito paciente, continuo calmamente à espera das reacções adversas, das denúncias e dos pedidos de esclarecimentos relativamente à contratação de Imbula...ou do alegado interesse no milionário Casillas.
Também continuo à espera de alusões a ordenados de agentes desportivos no parlamento e opiniões sobre negócios absurdos com jogadores de segunda apanha dos lampiões.





segunda-feira, 6 de julho de 2015

#poucavergonha


Não vi na totalidade a entrevista a Jorge Jesus ontem, na SIC Notícias, mas ainda vi a 2ª parte depois de ir lendo algumas das frases mais marcantes da longa entrevista.
Não vou esmiuçar o conteúdo porque daria pano para mangas, mas no geral diria que, no tocante ao Sporting, foram declarações solidárias com a política do clube.
Esta postura é, de certo modo, contrária a algum do discurso do nosso último treinador (ao qual reconheço imensa qualidade), que em determinados momentos demonstrou pouca solidariedade com o pensamento da estrutura reinante.
Pode haver quem considere falta de personalidade, mas foi assim JJ nos lampiões…é assim Lopetegui no fóculporto e, provavelmente, irá ser assim Marco Silva no seu regresso a Portugal.
Será bom que seja sempre assim no Sporting, de parte de qualquer um dos seus funcionários.

Na 2ª parte da entrevista, achei inteligente a jogada de António Simões na tentativa de ratificação do título conquistado pelos lampiões, para que não restassem dúvidas. O antigo jogador interpelou JJ na questão do colinho e das arbitragens, sabendo que o actual treinador dos leões nunca iria colocar suspeições num título por si conquistado.
No entanto, e mesmo que toda e qualquer conquista menos digna não possa ser apagada da história, essa mesma história irá recordá-lo para sempre como o título do colinho.
Os lampiões, aliás, fizeram questão de perpetuar este epíteto, ao promoverem uma fantástica jogada de marketing denominada ‪#‎colinho‬.
Fantástica porque foi a suprema pouca-vergonha, como consideraria se o fóculporto tivesse lançado uma campanha ‪#‎putedo‬, na sequência das desconfianças que foram surgindo durante o seu longo reinado.

Mas ontem um canal concorrente também proporcionou uma entrevista que marca de modo indelével o presente e futuro da arbitragem e, por inerência, do futebol português.
O despromovido e indignado Marco Ferreira veio revelar pressões a que estão sujeitos…não por este ou aquele clube…mas pelos responsáveis da própria arbitragem.
E se o mais natural é ficar-se indignado por terem sido reveladas as pressões de Vítor Pereira na véspera do Rio Ave-lampiões, provavelmente para condicionar o árbitro tendo em vista o fóculporto-lampiões, a mim esse pormenor passa-me ao lado.
A mim indigna-me é que esta pressão (ou qualquer outra) teria ficado no segredo dos deuses caso Marco Ferreira não tivesse sido despromovido.
A mim indigna-me é ouvir falar em nomeações cirúrgicas enquanto a classe arbitral e a lampionagem estrebucham de revolta pelo regresso do sorteio.


domingo, 5 de julho de 2015

Os dois lados da razão

O Sporting informou a CMVM sobre a rescisão de contrato, por mútuo acordo, com Marco Silva.
Tive que ler o comunicado 8 vezes para ter a certeza que lera bem.
Mútuo acordo.
Sim, mútuo acordo.

Nas últimas semanas este parecia um cenário impossível para algumas mentes mais retorcidas.
A primeira tentativa de acordo fez alguns rejubilar de gozo, pois consideraram que o Sporting perdia toda a razão por ter alegado justa causa. Afinal, um dossier de 400 páginas nunca poderia redundar num qualquer acordo.
Depois consideraram (mais) uma derrota do Sporting o facto de Marco Silva (ou os seus representantes legais) terem recusado algumas das exigências.
Também eu julguei algumas das cláusulas de difícil consenso, mas pareceu-me normal a tentativa de atirar o barro à parede, para ver se colava. É assim em quase todo o lado.
Sei, isso sim, que a razão raramente está apenas de um dos lados.
Desconheço ainda os termos do acordo, e até onde terá havido cedências para que ambas as partes ficassem satisfeitas, mas agrada-me que não tenha sido necessário esticar demasiado a corda.
Seria nefasto para os dois lados da razão.
No entanto, uns verão neste acordo a derrota final de BdC e seus pares neste processo, apesar de ter lido e ouvido até há pouco tempo atrás que o Sporting poderia ter que pagar os anos restantes de contrato e, ainda, uma indemnização por danos patrimoniais.
Já os que quiserem ir em sentido contrário poderão dizer que, afinal, Marco Silva também poderia ter rabos-de-palha, ao aceitar um acordo onde não são contemplados todos os seus direitos.

Ouvia há dias de um jornalista dizer, em tom jocoso, que o Sporting teria que aumentar o departamento jurídico, pois o clube iria ficar atolado em processos.
Afinal, este demorou menos que um piscar de olhos.
Talvez seja melhor adiar essa ampliação.

Oxi



Ler as reacções ao sorteio dos árbitros ainda me causa mais preocupação que as poucas-vergonhas a que se tem assistido na arbitragem (de novo) nos últimos anos.
Os lampiões e toda a classe arbitral (menos Marco Ferreira) têm mostrado toda a sua indignação, assim a modos do que se passa na Grécia.
O Sim (Nai) que a classe dá às nomeações é semelhante ao das entidades financeiras que não querem perder o controlo que exercem nos destinos dos seus subordinados.
O Não (Oxi) que foi dado pela maioria dos clubes ao estado vigente da arbitragem é revelador do desejo de mudança de um paradigma que tem manietado os mais frágeis e que é foco constante de desconfiança.
As palavras mais recentes de Vítor Merkel Pereira deixam-me de sobreaviso para o que ainda pode vir aí.

«O sorteio é uma aberração, um retrocesso, um regresso ao passado, a um mau passado. Não garante as etapas de progressão dos jovens árbitros. Há que respeitar as etapas de desenvolvimento da carreira de um árbitro que o sorteio não garante.
É inqualificável que se ponha em causa a honra dos membros do Conselho de Arbitragem, que não teme nem deve nada a ninguém, nenhum dos seus membros. Por muito deficientes que sejam as nomeações, são feitas pela cabeça de quem nomeia, não são feitas em conversas de cafés, com papelinhos de dirigentes de clubes, são feitas de forma autónoma.
Há aqui muitas questões de oportunismo, de ambição de poder. Há uma vontade de controlar a arbitragem, por muita pena que as pessoas tenham este Conselho de Arbitragem é independente».

Estas declarações são aberrantes, inqualificáveis e que demonstram ambição de poder…parafraseando o líder da arbitragem.
Analisando o seu percurso no Conselho de Arbitragem, com as constantes provocações ao Sporting e com um enorme prejuízo económico em face de graves erros de arbitragem, quase que me apetecia sugerir que, para ser votado em futura AG do clube, também houvesse uma proposta para expulsão deste sinistro sócio.
É que não consigo deixar de sentir vergonha quando oiço o seu nome associado ao clube em termos sentimentais, dado que nem uma razoável independência é possível constatar nos seus discursos ou procedimentos.


sábado, 4 de julho de 2015

Decisão relâmpago

Numa decisão relâmpago, o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol condenou o benfica a indemnizar o Sporting em 4.530 euros, como consequência dos factos ocorridos no terceiro jogo da final do campeonato nacional de futsal de 2011/12.
Parabéns ao órgão federativo por consegui resolver este caso em apenas 3 anos, numa altura em que a investigação ao caso Camarate, que data de 1980, ainda vai a meio.
Já os outros pontos (que se prendiam com a conduta violenta de alguns jogadores e treinador, mas também de vandalismo por parte de elementos da comitiva encarnada) terão sido arquivados porque as imagens não têm boa qualidade e porque o dirigente da federação que levou uma bolada de César Paulo ainda não saiu do coma.
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Godinho Lopes voltou esta 6ª feira a recordar:
«Se não tivesse havido esta tentativa de golpe de Estado no Sporting, provavelmente Jorge Jesus já seria treinador do Sporting na época 2012/13, provavelmente o Benfica não tinha ganho estes dois campeonatos. E provavelmente Jesus teria vindo por um terço do valor que veio hoje».
Eu também sou bom em hipóteses:
«Se os navios-hotel na EXPO 98 tivessem afundado com algumas personagens a bordo, o passivo do Sporting provavelmente seria muito menor».
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Na 5ª feira referi que alguns media descobriram, subitamente, que o motivador brasileiro que acompanha Jesus para o Sporting ganhou, de um dia para o outro, atributos pouco abonatórios para a sua função (junto da selecção brasileira que dispitou a Copa América).
Hoje, 6ª feira, a imprensa destapou o nome de Teo Gutiérrez como alvo da estrutura para reforçar o ataque leonino.
Quase em simultâneo, vieram recordar “O dia em que Teo Gutiérrez vestiu a pele de boxeur” e “O dia em que Valderrama mandou Teo Gutiérrez estar calado”.
Se já somos uma das equipas mais indisciplinadas, agora caminhamos para sermos uma das equipas mais indisciplinadas que aparenta demonstrar interesse num jogador com um problema de disciplina.


quarta-feira, 1 de julho de 2015

22 anos e duas pernas

É possível que a imprensa de hoje dê largo destaque ao 109º aniversário do Sporting...mas como só acedo às capas dos jornais ficarei sem saber se fazem alguma referência no interior das respectivas publicações.
Em dia de anos de uma referência desportiva do país, A Bolha ocupa a sua capa com Vieira e com o símbolo lampiónico....assim à laia de provocação. A própria derrota dos sub21 passou para 2º plano, e o Sporting vê o seu nome associado a Wolfswinkel...ou vice-versa.
No rosto de O Jogo também não há referência ao aniversário, mas aqui a crueldade da decisão por grandes penalidades na final do Europeu já ganha grande destaque.
Uma pequena caixa avança o interesse do Sporting no extremo Benítez.
Também o Rascoff relega a selecção para um canto e o aniversário para o esquecimento, mas amplia à máxima escala o interesse do Sporting no tal Benítez.
Alguém por aqui conhece este jogador?
Sei que é um extremo de 22 anos que pode actuar pelos dois corredores, mas preferencialmente pela esquerda. Joga no Lanús e tem duas pernas.
No Lanús?
Cada vez que oiço o nome dessa equipa recordo-me de Julian Kmet.
Esse extremo de 22 anos que foi contratado pelo Sporting e jogava preferencialmente pela esquerda e que também tinha duas pernas, mas ficou mais conhecido pela sua lentidão sobre-humana.
Talvez por isso tenha apenas feito dois jogos oficiais pelo Sporting, um na época 98/99 e outro na seguinte, mesmo tendo chegado com o rótulo de internacional sub21 pela Argentina.
O resto da sua carreira demonstrou que os anos perdidos em Alvalade não foram um acaso.
Fico à espera que alguém me venha contradizer relativamente a este trauma com o Lanús, como clube formador de extremos ambicoxos.

Noutras paragens, Hugo Vieira (o tal que não quis vir para o Sporting para...não ir para os lampiões, o seu clube do coração) vem hoje dizer que o Estrela Vermelha é do nível do clube da gaivota.
Se tivesse passado pelo Sporting diria, provavelmente, que o Estrela Vermelha é incomparavalmente maior.
......................
Oh Coentrão, põe aí o Estrela Vermelha na tua lista.
É um clube para o teu nível.

O clube lá da terra

É verdade que tenho alguma afinidade com Portugal, que considero o meu segundo clube a seguir ao Sporting.
É uma espécie de…clube lá da terra.
Por esse motivo fico um pouco melancólico quando o clube da terra perde, principalmente quando tem a representá-lo jogadores com alguma ligação ao meu Sporting.
Como segundo clube não sofro nem uma ínfima parte do que com o clube de coração mas…caramba…é o clube da terra.
Apesar de este ano ter finalmente sentido a maravilhosa sensação de fintar o karma que parece seguir-nos como uma sombra, hoje voltei a confirmar que é uma doutrina muito teimosa.
O clube da terra perdeu nos pénalties na Rep.Checa, depois de já ter perdido há dias na Nova Zelândia, e incomoda-me que os jogadores sentimentalmente ligados ao Sporting não tenham aumentado o seu currículo.
A realidade é que o clube da terra voltou ao registo a que nos tinha habituado, demonstrado melhor qualidade que o adversário, com um domínio absoluto na posse de bola mas baixa eficácia ofensiva. Tinha sido assim nos três jogos da primeira fase, onde apenas marcámos 2 golos, mas o jogo com a Alemanha aumentou artificialmente a confiança de todos.
Mas como o karma é mesmo fod***, teve que ser o melhor jogador da competição…por mero acaso jogador do Sporting, a falhar a penalidade decisiva.
Nem mesmo o melhor guarda-redes da competição foi capaz de demonstrar toda a sua competência.
Não vale a pena dizer que o título era apenas um detalhe, porque ainda tenho a boca a saber a azedo desde a final perdida com o CSKA, em pleno Alvalade.
Inclusivamente quando o clube da terra perdeu a final com a Grécia. (Eu até penso que a crise grega se deve ao mau-olhado colectivo que lhes lançámos).
Tenho a sensação que nos últimos anos, apenas o Sevilha...o meu 3º clube (por um dia), me trouxe alguma doçura ao paladar.