quarta-feira, 1 de julho de 2015

O clube lá da terra

É verdade que tenho alguma afinidade com Portugal, que considero o meu segundo clube a seguir ao Sporting.
É uma espécie de…clube lá da terra.
Por esse motivo fico um pouco melancólico quando o clube da terra perde, principalmente quando tem a representá-lo jogadores com alguma ligação ao meu Sporting.
Como segundo clube não sofro nem uma ínfima parte do que com o clube de coração mas…caramba…é o clube da terra.
Apesar de este ano ter finalmente sentido a maravilhosa sensação de fintar o karma que parece seguir-nos como uma sombra, hoje voltei a confirmar que é uma doutrina muito teimosa.
O clube da terra perdeu nos pénalties na Rep.Checa, depois de já ter perdido há dias na Nova Zelândia, e incomoda-me que os jogadores sentimentalmente ligados ao Sporting não tenham aumentado o seu currículo.
A realidade é que o clube da terra voltou ao registo a que nos tinha habituado, demonstrado melhor qualidade que o adversário, com um domínio absoluto na posse de bola mas baixa eficácia ofensiva. Tinha sido assim nos três jogos da primeira fase, onde apenas marcámos 2 golos, mas o jogo com a Alemanha aumentou artificialmente a confiança de todos.
Mas como o karma é mesmo fod***, teve que ser o melhor jogador da competição…por mero acaso jogador do Sporting, a falhar a penalidade decisiva.
Nem mesmo o melhor guarda-redes da competição foi capaz de demonstrar toda a sua competência.
Não vale a pena dizer que o título era apenas um detalhe, porque ainda tenho a boca a saber a azedo desde a final perdida com o CSKA, em pleno Alvalade.
Inclusivamente quando o clube da terra perdeu a final com a Grécia. (Eu até penso que a crise grega se deve ao mau-olhado colectivo que lhes lançámos).
Tenho a sensação que nos últimos anos, apenas o Sevilha...o meu 3º clube (por um dia), me trouxe alguma doçura ao paladar.