domingo, 1 de julho de 2012

Dá Deus nozes...

É hoje notícia o facto de poder estar identificado o problema que estará na origem das sucessivas lesões de Jeffrén.
Depois de um numeroso e exaustivo conjunto de exames realizados pelo extremo espanhol na última época, sob a supervisão do departamento médico do Sporting, terão concluído que um problema dentário poderá ser a causa das recorrentes lesões musculares.
Dizem as notícias que o jogador, de 24 anos, de momento em Tenerife, viaja nas próximas horas para Lisboa, onde deverá consultar um especialista no sentido de extrair os dentes identificados como possíveis causadores do problema.
Apesar de não ser certamente uma situação virgem, recordo-me com clareza de um jogador que o Porto tentou vendeu a preço do ouro, mas não era certamente por ter este metal precioso nos seus dentes. Aly Cissokho esteve com um pé no Milan, por um preço astronómico, mas quando sorriu para a fotografia o negócio abortou. O sorriso até era luminoso mas algo terá chamado a atenção do departamento médico, e o defesa francês acabaria por rumar ao Lyon por um preço inferior.
É sabido que problemas desta índole podem provocar problemas secundários, alguns até com alguma gravidade, e no caso do francês, a ser verdade o que na época foi noticiado, foi mais uma questão de prevenção pois o histórico de lesões não teve paralelismo com o do nosso jogador. Também poderá ter havido a tentativa de fazer baixar o preço do negócio e, por esta ordem de ideias, ainda vamos a tempo de reclamar o preço de Jeffrén.
É só apresentar ao Barcelona o talão de compra e exigir um novo ou a troca por outro com as mesmas características pois deverá ainda estar na garantia.
Apesar de não termos tido sorte com a condição física de alguns dos contratados, quer-me parecer que pior ainda que problemas dentários serão problemas psiquiátricos, que são pródigos para os nossos lados. É que esses são mais difíceis de diagnosticar e altamente contagiosos.
Em dia de aniversário do Sporting, é de realçar o facto do espanhol estar ainda de férias, pois certamente atirar-se-ia de cabeça ao bolo.